Top 10 descobertas arqueológicas sinistras

Muitas descobertas arqueológicas estranhas foram feitas na história. Centenas de artefatos achados confundiram os cientistas acerca da posição do homem moderno na história. 

Essas descobertas arqueológicas sempre causa controvérsias e a comunidade cientifica acusa cada objeto dessa lista de ser uma fraude elaborada. Em muitos casos uma conspiração é a unica explicação, já que não os encontra nos livros de história. Esses artefatos contam histórias de civilizações antigas pré-colombianas, contratos e misteriosos avanços tecnológicos. Muito deles desafiam até mesmo a teoria da evolução, bem como muitas crenças religiosas.

O Sinistro ao Extremo com muito orgulho apresenta para você as 10 descobertas arqueológicas mais sinistras da história!


10. As figuras de Acámbaro


Descoberto em 1944

As Figuras Acambaro é uma coleção de pequenas estatuetas de cerâmica supostamente encontrados em Acambaro, Guanajuato, México. Eles foram descobertos por Waldemar Julsrud em julho de 1944. De acordo com relatos, Julsrud tropeçou nos artefatos, enquanto andava a cavalo na área de Acambaro. Ele contratou um fazendeiro local (que aparerentemente trollou o sujeito) para desenterrar as estatuetas restantes, pagando-lhe por cada objeto que encontrava. O agricultor e seus assistentes encontraram mais de 32.000 figuras, tinha de tudo, desde dinossauros até figuras de pessoas do mundo inteiro, incluindo egípcios, súmerios e caucasianos barbudos. As figuras de Acambaro têm sido citada como um artefato local, já que eles são claramente feitos por humanos e retratam uma grande variedade de espécies de dinossauros. Após a descoberta das figuras, muitos criacionistas do mundo inteiro afirmaram a veracidade dos artefatos. Se essas figuras forem verdadeiras, pode servir de prova para a coexistência dos dinossauros com os seres humanos, prejudicando a teoria da evolução e dando suporte para a interpretação literal da bíblia (o que não seria muito favorável, tendo em vista os fatos ali narrados).

Testes têm sido feitos usando Termoluminescência e os resultados sugerem que as estatuetas foram feitas por volta de 2.500 a.C. Um homem chamado Don Patton afirma que foram encontradas a partir de radiocarbono datas entre 1.500 a 6.500 anos atrás, porém, ele diz que os objetos estão em muito bom estado e não mostram sinais de terem sido enterrados por 1.500 anos. Se fossem artefatos autênticos, deveriam ter sido danificado do solo rochoso, que é característico em outros objetos encontrados nessa área do México. Os defensores das figuras afirmam que o incrível detalhe dos dinossauros sugerem uma experiência em primeira mão com as criaturas. O grande número das figuras descobertas é frequentemente citado como evidência de uma farsa. Até hoje, os estudiosos da arqueologia ou paleontologia não aceitam a descoberta como válida.


9. As pedras Dropa



Descoberto em: 1938


A história das Pedras Dropa é a seguinte. Em 1938, uma expedição arqueológica foi enviada para investigar uma área isolada das montanhas Baian-Kara-Ula na fronteira que divide a China e o Tibete. O grupo descobriu várias cavernas no cume das montanhas. As cavernas continha uma grande quantidade de túmulos e as paredes foram decoradas com desenhos de pessoas com cabeças alongadas (?), juntamente com imagens do sol, da lua e das estrelas. Os arqueólogos descobriram as sepulturas e descobriram restos de cadáveres. Os esqueletos tinham um pouco mais de três metros de altura, com crânios anormalmente grandes. Dentro das tumbas uma grande variedade de discos de pedra foram encontrados. Os discos tinham quase 12 polegadas de diâmetro, com um furo no meio. Os objetos tinha um desenho na superfície do disco em espiral saindo do furo central formando uma espiral dupla. Uma inspeção mais detalhada mostrou que os desenhos eram na verdade pequenos entalhes feito nos discos.


Os discos foram chamados de pedras Dropa. Foram encontrados um total de 716 pedras Dropa nas cavernas Baian-Kara-Ula. As pedras Dropa foram enviadas para vários estudiosos para fim de investigação. Um deles, o professor Tsum Um Nui, da Universidade de Estudos da Antiguidade de  Pequim, descobriru que as ranhuras espirais eram na verdade uma linha de caracteres escritos em um idioma desconhecido. Em 1962, ele anunciou que tinha conseguido traduzir a linguagem. Por um longo tempo, a Universidade de História de Pequim proibiu o professor de publicar qualquer coisa sobre as pedras Dropa. No entanto, após muitos anos de debate, ele publicou sua hipótese.


Tsum Um Nui afirma que uma espaçonave alienígena caiu na região Bayan Har Shan a 12.000 anos atrás. Os ocupantes eram aliens chamados Dropa ou Dzopa. O Dropa não conseguiram consertar sua nave, então eles tentaram se adaptar às condições da Terra. Enquanto isso, os homens da tribo Ham locais perseguiram e mataram a maioria dos alienigenas. Supostamente, os extraterrestres tinham se reproduzido com alguns nativos, tornando a identificação das origens dos esqueletos mais difíceis. Muitas pessoas questionaram estas alegações e Tsum Um Nui foi forçado a se demitir na Academia de Pequim. As pedras Dropa foram sumindo em todo o mundo e não estão disponíveis para visitação pública em qualquer museu. No entanto, as imagens dos artefatos existem.

8. A caveira com chifres



Descoberto em: 1880's

Sayre é um bairro de Bradford, Municipio da Pensilvânia, 59 km ao norte de Scranton. O ano exato não está claro, mas durante a década de 1880 vários túmulos foram descobertos em  Sayre. Foi relatado que um grupo de americanos descobriram vários crânios e ossos humanos com uma peculiaridade. Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais com exceção de saliências ósseas localizadas a cerca de dois centímetros acima das sobrancelhas. aparentemente os crânios tinham chifres. Os cientistas estimam que os corpos tinham sido enterrados por volta do ano de 1200. A descoberta arqueológica foi feita por um grupo respeitável de antiquários, inclusive o Dr. GP Donehoo, o dignitário estado de Pensilvânia da Igreja Presbiteriana; AB Skinner, do Museu Americano de Investigação e WKMorehead, da Phillips Academy, Andover, Massachusetts.

Não é a primeira vez que gigantescas cabeças com chifres foram descobertos na América do Norte. Durante o século 19, crânios semelhantes foram encontrados perto de Wellsville, Nova York e em uma estreita vila de mineração para El Paso, Texas. Chifres humanos foram usados ​​como simbolos de realeza. Alexandre, o Grande, foi representado com chifres em algumas de suas moedas. No tempo de Moisés, os chifres eram um símbolo de autoridade e de poder. Muitos deuses, incluindo Jeová, foram representados com chifres. De acordo com relatos históricos, os ossos Sayre foram supostamente enviados para o Museu Americano de Investigação em Filadélfia. No entanto, os artefatos foram roubados e nunca mais foram vistos. Não existem imagens comprovando a sua existência, mas muitas pessoas afirmam que a descoberta é uma farsa. Muitos sites sugerem que os objetos são de origem extraterrestre.

7. O mapa do Criador


Descoberto em: 1999

Em 1999, um professor da Universidade Estadual Bashkir na Rússia chamado Alexander Chuvyrov fez uma descoberta notável para a arqueológia. Ele foi chamado à casa de Vladimir Krainov, que relatou uma placa estranha enterrada em seu quintal. Chuvyrov ficou instantaneamente intrigado, ele estava procurando placas semelhantes que foram citados em vários manuscritos históricos. A placa era tão pesada que levou mais de uma semana para ser desenterrada. A descoberta foi chamada a pedra Dashka e mais tarde intitulado de o Mapa do Criador. O artefato tem aproximadamente 5 metros de altura, 3,5 metros de largura, .5 metros de espessura, e pesa pelo menos uma tonelada. A pedra foi investigada e parece ser uma espécie de mapa tridimensional do relevo da região de Ural. Os Militares utiliza mapas semelhantes para medir a altitude de um terreno. A pedra Dashka supostamente contém representações de obras de engenharia civil, açudes, represas e um poderoso sistema de irrigação. Até hoje, a tecnologia usada para fazer o mapa é desconhecida e extremamente avançada.

O mapa também contém inúmeras escritas. Inicialmente, os cientistas pensavam que era uma antiga língua chinesa, embora, mais tarde foi relatado que as inscrições foram feitas em uma linguagem hieroglífica-silábica de origem desconhecida. Um grupo de especialistas russos e chineses nas áreas de cartografia, física, matemática, geologia, química e língua chinesa antiga pesquisou o artefato e identificaram como um mapa da região dos Urais, com rios Belya, Ufimka e Sutolka listados. A data da placa foi especulado em mais de 100 milhões de anos, mas não há nenhum teste científico e nem nada que comprove essa data com exatidão. Se o Mapa do Criador é genuíno, então poderíamos sugerir que existiu uma antiga civilização altamente desenvolvida. Os investigadores afirmaram que um mapa tridimensional deste tipo poderia ter sido usado apenas para fins de navegação. Muitos sites afirmam que a placa é uma prova de que essa civilização antiga já conseguiam voar. Descobertas recentes indicam que a placa é apenas um fragmento de um artefato ainda maior. A pedra Dashka continua passando por testes científicos e não está disponível para visitas.

6. A cunha de alumínio de aiud



Descoberto em: 1974


A misteriosa cunha da Romênia é esta estranha peça da foto, que foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objeto foi descoberto numa escavação, enterrado a dez metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto a pelo menos 10.000 anos.

Em termos de morfologia o estranho objeto se assemelha a cabeça de um martelo, mas sua função real nunca foi determinada. A descoberta teria sido levada para o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca para ser examinado. Foi lá que os arqueólogos confirmaram algo bastante estranho: O objeto era feito de alumínio, recoberto com uma fina camada de óxido. A liga foi examinada e foram detectados 12 elementos diferentes.

A cunha, como o objeto passou a ser chamado por falta de um nome melhor, parecia ser fabricada por fundição, mas o problema é que não existia alumínio na Terra até em meados de 1800. O material não foi produzido industrialmente até 1885. Foi Friedrich Wöhler que conseguiu isolar o alumínio, em 1827.

O artefato de alumínio de Aiud é um objeto em forma de cunha encontrado a dois quilômetros a leste de Aiud, Roménia, nas margens do rio Mures, em 1974. O objeto foi  desenterrado a 35 metros abaixo do solo e ao lado de dois ossos mastodonte. Um mastodonte é uma espécie de mamifero com grandes presas, hoje já extintas. Fisicamente, o artefato tem a aparência de uma cabeça de martelo.


A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto, na faixa dos 2000 °C, tornando inviável de forma econômica a extração do metal.


A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica: 89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircônio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.


A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objeto de alumínio deu uma precisa referência de idade. De acordo com a camada de óxido, estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos, algo por si já insólito, pois a oxidação indica que o alumio descoberto na margem do rio é anterior a sua descoberta na Terra.


Várias pessoas se debruçaram sobre o misterioso objeto e um especialista da aeronáutica sugeriu que poderia se tratar de uma sapata de aterrissagem, pela forma bastante similar das sapatas usadas em veículos da ápoca, porém era bem menor. Não tardou a muitas pessoas começarem a construir hipóteses sobre a misteriosa cunha ser uma peça que teria se desprendido de um ufo.


Devido a limitada quantidade de informações acerca do estranho objeto, nunca foi possível a precisa determinação de sua origem. A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público.  Posteriormente as análises, o artefato foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj. Em 1995 os editores da revista RUFOR, uma revista Romênia de estudos ufológicos visitaram a reserva técnica do museu e atestaram que o objeto se encontra lá.
5. As pedras do Decálogo




Descoberto em: 1880's


O Los Lunas Decálogo Stone é uma grande pedra no lado oculto da montanha, perto de Los Lunas, Novo México, cerca de 35 quilômetros ao sul de Albuquerque. A pedra tem uma inscrição regular esculpida em uma tela plana. A inscrição é interpretada por alguns como uma versão condensada do Decálogo ou Dez Mandamentos em uma forma de paleo-hebraico. Um grupo de letra semelhante ao tetragrama YHWH, ou "Yahweh", faz quatro apresentações na pedra. A primeira menção de registrar o artefato é de 1933 quando o Professor Frank Hibben, um arqueólogo da Universidade do Novo México, supostamente viu. Hibben foi conduzido à pedra por um guia anônimo que alega ter encontrado-o como um garoto na década de 1880.Se esta informação é exata, a falsificação seria improvável porque o script Paleo-Hebrew era desconhecido para os estudiosos em 1880.

Um argumento contra a autenticidade da pedra é o uso aparente de Arte Moderna de pontuação em hebraico, embora o epigrafista Barry Fell argumentou que a pontuação está de acordo com a antiguidade. Outros pesquisadores julgam o artefato com base nos inúmeros erros estilísticos e gramaticais que aparecem na inscrição. A pedra é controversa, pois muitos acreditam que o artefato é pré-colombiano e uma prova de contato com as Américas, fornecendo a evidência que os povos de Israel se estabeleceram na América. Por causa do peso da pedra, com mais de 80 toneladas, ela nunca foi levada a um museu ou a um laboratório para estudo e conservação. A pedra é acessível aos visitantes através da compra de US $ 25 Recreativo Access Autorização do Novo México, Estado Land Office.



4. O mapa de Piri Reis





Descoberto em: 1919


O mapa de Piri Reis data de 1513 e é o primeiro mapa antigo a mostrar as Americas. O mapa de Piri Reis mostra a costa ocidental da África, a costa oriental da América do Sul e a costa norte da Antártica. O litoral norte da Antártica é perfeitamente detalhado. O mais enigmático não é o fato de como Piri Reis conseguiu desenhar o mapa da região da Antártica tão preciso a 300 anos antes de ter sido descoberta mas o fato de que o mapa mostra hoje o litoral coberto por gelo.

O mapa de Piri Reis foi feito pelo almirante Turco Piri Ibn Haji Mehmed. Reis quer dizer almirante e sua paixão era a cartografia. Devido ao seu alto escalão dentro da marinha turca isto lhe permitiu ter um acesso privilegiado na Biblioteca Imperial de Constantinopla.


O mapa ficou perdido por muito tempo e só foi redescoberto em 1929 por um grupo de historiadores que trabalhavam no harém do Palácio de Topkapi em Istambul. Ha muitas dúvidas a respeito deste mapa por causa dos seus impressionantes detalhes. Algumas pessoas acreditam que o mapa é tão perfeito que só poderia ter sido feito com a ajuda de fotografias tiradas de altitudes muito altas.O mapa de Piri Reis não foi feito como mapas modernos com linhas horizontais e verticais tendo como propósito a localização, mas foi feito com uma série de círculos e linhas que se iradiam. O propósito era guiar os navegantes de porto a porto e não com o objetivo de localização. Isto faz com que seja mais difícil comparar as características do mapa de Piri Reis com mapas modernos. 



Alguns achados raros sobre o mapa:

O mapa mostra que o seu autor sabia a circunferência precisa da Terra.


O litoral e a ilha que são mostradas na parte onde se localiza a Antártica deve ter sido navegadas em algum período antes de 4.000 A.C. quando estas áreas ainda não estavam cobertas com gelo.


O mapa de Piri reis é um dos "mapas mundiais" mas antigos a mostrar as Americas. Estudos sugerem que o mapa mostra latitudes precisas do litoral da america do sul e da costa africana - 21 anos depois das viagens de Colombo! Piri Reis descreveu com seu próprio punho como ele fez o mapa baseado em uma coleção de mapas antigos e complementada por mapas que foram feitos por Colombo. Isto sugere que estes mapas antigos estariam disponíveis a Colombo e poderiam ter sido a base de sua expedição.


O "centro" do mapa de Piri Reis é a cidade de Alexandria - centro cultural e onde ficava localizada a maior e a mais antiga biblioteca do mundo até sua destruição por invasores Cristãos.


Descrições de Piri Reis no mapa indicam que alguns dos seus mapas fontes datam do tempo de Alexandre o Grande (332 A.C.). O mapa de Piri Reis possui também várias notas. Estas notas vão desde a descoberta de Colombo até monstros maritimos. 



Algumas notas interessantes:

"Este país é inahabitado. A população inteira anda nua."


"Esta região é conhecida como a vila de Antilia. Está localizada onde sol se põe. Eles dizem que há quatro tipos de papagaios: branco, vermelho, verde e preto. As pessoas comem a carne dos papagaios e enfeitam suas cabeças com suas penas. Há uma pedra aqui. A pedra é preta. As pessoas a usam como um machado."


"Este mar é chamado de Mar Ocidental, mas os marinheiros o chamam de Mare d'Espagna. Que significa Mar da Espanha. Até agora este mar era conhecido por este nome, mas Colombo que navegou por este mar e fez várias ilhas conhecidas juntamente com os portuguêses que navegaram pela região de Hind concordaram em dar a este mar um novo nome. Eles deram o nome de "Ovo Sano" [Oceano] quer dizer ovo são. Até então se pensava que o mar não tinha fim ou limite e que o seu fim estava localizado na escuridão. Agora eles descobriram que este mar tem uma costa, porque ele é como um lago e portanto eles o chamaram de Ovo Sano."


"Neste ponto há bois com um chifre e também monstros nesta forma."


O mapa de Piri Reis está no Palácio de Topkapi mas não fica em constante exposição. Este mapa tem grande valor para a Turquia e para o mundo.


3. Os gigantes da América do Norte





Nos últimos séculos, descobertas arqueológicas muito estranhas foram feitas nas Américas. Foram descobertos restos humanos gigantes. Há Muitos relatos documentados sobre a existência dessa descoberta. Um esqueleto humano medindo 12 metros de altura foi descoberto em Lompock Rancho, Califórnia, em 1833 por soldados cavando um buraco para um paiol de pólvora. O esqueleto tinha uma fileira dupla de dentes cercado por vários machados de pedra, conchas esculpidas, e blocos de pórfiro com símbolos estranhos. Em 1856, um esqueleto humano em decomposição medindo 10 metros 9 cm de altura foi descoberto por trabalhadores enquanto aravam um vinhedo que hoje é localizado na Virginia. Em 1895 um monte descoberto perto de Toledo, Ohio, foi encontrado 20 esqueletos, eles estavam sentados e viradas para o leste. Em 1928, Louisiana, um agricultor enquanto cavava um buraco para enterrar lixo encontrou um esqueleto de 9 metros e 11 centímetros, segundo ele eram "duas vezes maiores que pessoas normais."


2. A Runa de Kensington



Descoberto em: 1898 


Em 1898, um fazendeiro americano chamado Olof Öhman afirma ter descoberto uma grande pedra, enquanto limpava as suas árvores. O objeto estava ligado às raízes de uma árvore de pequeno porte. Öhman não percebeu o que tinha descoberto, então ele pegou a pedra de quase 75 quilos e doou aos cidadãos de Kensington. Kensington é um povoado situado na região de Douglas, Minnesota. A runa de Kensington está repleta de uma antiga escrita, até então desconhecida, em textos esculpidos. A pedra tem trinta e um centímetros de altura, dezesseis centímetros de largura e seis centímetros de espessura. Nove anos após a descoberta do artefato, Hjalmer R. Holanda da Universidade de Wisconsin anunciou que tinha decifrado os escritos. Ele afirma que o texto diz o seguinte: "8 góticos(?) e 22 noruegueses em uma jornada de exploração de Vinland para o oeste. Acampamos em 2 recifes, primeiro dia de viagem a partir desta pedra. Nós pescamos no primeiro dia. Depois nós fomos para casa, 10 homens vermelhos ensanguentados e torturados. Salve Virgem Maria, salve nos do mal. Tem 10 homens à beira-mar tomando conta do nosso navio, 14 dias de viagens a partir desta ilha, ano de 1362. "


Depois Holand publicou suas descobertas, uma grande investigação foi feita. Se a tradução estivesse correta, a runa de Kensington forneceria evidências de que os exploradores escandinavos chegaram na América do Norte no século 14, quase 130 anos antes de Cristóvão Colombo. Naturalmente, foi motivo de espanto a possibilidade de que os exploradores europeus do Norte vieram antes de Colombo à América. A runa foi analisada e julgada como falsa inumeras vezes. Quase todos os runologistas e linguistas consideram o artefato uma fraude. No entanto, muitas pessoas acreditam que é autêntico. Se a lenda da runa é verdadeira, isso significa que os vikings estavam no centro de Minnesota em 1362. Isso exigiria uma grande reescrita da história mundial e geografia. A inscrição Kensington é composto de trinta caracteres rúnicos diferentes.


Em julho de 2000, pouco mais de cem anos após a runa de Kensington ser encontrada, uma análise detalhada do artefato foi realizado. Em Novembro de 2000, o geólogo Scott F. Wolter apresentou os resultados preliminares sugerindo que a pedra tinha sido submetida a um in-the-ground (basicamente significa enterrado), processo de desgaste de uno mínimo 50-200 anos, em condições naturais. Scott F. Wolter escreveu uma série de livros sobre a runa de Kensington. Ele afirma que a pedra foi feita por cavaleiros templários Viking em 1362, cinqüenta anos após a dissolução do cavaleiro templário e várias centenas de anos após o fim da era viking. O artefato permanece um mistério. Você pode vê-lo num Museu no centro de Alexandria, Minnesota.

1. O santo Sudário




O santo sudário é um pano de linho com 4,36 metros de comprimento e 1,1 metro de largura que teria sido utilizado para envolver o corpo de Jesus Cristo após sua crucificação. O primeiro registro histórico data de 1354, quando ele foi entregue a uma igreja na cidade francesa de Lirey pelo conde Geoffroi de Charnay. Em 1535, três anos depois de ter escapado de um incêndio, o sudário foi transferido para a Itália, onde está exposto até hoje na Catedral de São João Batista, em Turim. Ao longo dos últimos séculos, a autenticidade da peça se transformou no centro de uma das polêmicas científicas mais acaloradas da história, envolvendo milhares de estudiosos.


A dúvida já vinha da própria Idade Média, tanto que, no século XIV, o papa Clemente VII declarou que era mais seguro afirmar que se tratava apenas de uma pintura representando o verdadeiro sudário de Cristo, para pôr fim ao bate-boca entre os religiosos. Mais de 500 anos depois, porém, a discussão voltou à tona por causa de uma fotografia tirada em 1898. O que antes não passava de manchas sem muita definição revelava-se agora a imagem nítida de uma pessoa, em negativo (a forma correta como as feições ficariam impressas no pano). Em 1973, o Vaticano liberou o sudário para análises científicas e o criminologista suíço Max Frei descobriu que o tecido possui vestígios de pólen de plantas que existiam na Palestina no início da era Cristã, um indício importante a favor da autenticidade da peça. Em 1988, no entanto, um consórcio de três laboratórios concluiu, com base no método de datação do carbono-14, que a peça teria sido produzida entre os anos 1260 e 1390 - mas nem esse resultado trouxe um consenso científico. Vários estudos indicam que o exame pode ter sido realizado de maneira inadequada. Em 1994, os químicos russos Dmitri Kouznetsov e Andrei Ivanov mostraram que o forte calor ao qual a peça foi submetida durante o incêndio de 1532 pode ter fornecido pistas falsas: o carbono gerado pelas queimas poderia ter se incorporado ao tecido, alterando o resultado do teste. Além disso, os microorganismos que se desenvolveram na trama ao longo dos últimos séculos também poderiam ter invalidado os testes. Em 1995, foi descoberta uma espécie de verniz produzido naturalmente pelos fungos e bactérias do sudário, material que, de acordo com os microbiologistas Leoncio Garza-Valdés e Stephen Mattingly, também poderia ter afetado a datação pelo carbono-14. Ainda na década de 90, o químico Alan Adler demonstrou que, além de possuir vestígios de sangue, o tecido estaria impregnado de substâncias liberadas pelo organismo em situações de estresse, fortalecendo a tese de que o sudário teria sido realmente a mortalha de Cristo.


Outro químico, Raymond Rogers, da Universidade da Califórnia, afirma que os testes de 1988 usaram amostras inadequadas e que o método de confecção do sudário indica que ele foi feito muito antes do século XIII. Ainda assim, vários cientistas continuam defendendo a análise com carbono-14. E a Igreja? Desde que começaram esses testes científicos, o Vaticano adota uma postura neutra. "Não cabe à Igreja, mas sim à ciência, descobrir se a peça é autêntica ou não. Para os católicos, se um dia vier a ser provado que se trata apenas de uma pintura muito bem feita, seu valor simbólico continuará falando mais alto", diz o padre Dimas Lara Barbosa, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Fontes diversas
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About Victor Ramide

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2 Comentários:

  1. Algumas são bem fodas. Mas essa dos gigantes é montagem. Uma pena, pq seria legal...

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  2. A gíria chama de armadilha de turista, ou seja, se inventa algo fantasioso para cobrar, algo falso, e os trouxas pagam sem questionar!

    As estátuas de dinossauros são falsificações do fazendeiro, ele faz com um aparelho de broca de dentista, já foi comprovado, retiram resíduos de brocas usado por dentistas nas pedrinhas do malandrão!

    E tem gente que acredita até hoje!

    O único que pode ser genuíno é o mapa de piri reis, o piri reis inspirou o a criação do personagem simba, as Américas já eram conhecidas há muito tempo antes de 1500, acontece que os espertalhões não queriam dividir com outros reinos esta rota lucrativa de negócios!

    Sobre os gigantes! Ora uma parábola (figura de linguagem) dos pregadores da época!

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