Albert Fish o Vampiro de Brooklyn

Olá pessoal do sinistro ao extremo, eu me chamo Ygor, e esse é meu 1º post, bom vamos ao que interessa, hoje estarei postando sobre Albert Hamilton Fish Gray Man, ou também conhecido Gray Man, Werewolf of Wysteria, (Lobisomen de Wysteria), the Brooklyn Vampire (Vampiro de Brooklyn) e The Bogeyman (Papão).



Albert FIsh nasceu 19 de maio de 1870 em Washington, em sua familia havias pessoas com problemas mentais, e um tio com fixaçõs religiosas, quando Fish tinha 5 anos, seu pai sofreu um ataque cardiáco e sua mãe decidiu colocar Fish em um orfanato onde ele era frequentemente agredido, assim descobriu que gostava de sentir dor fisica e tinha ereções quando era agredido, assim ele teve inflûencias para o sadomasoquismo, Fish foi retirado do orfanato com 7 anos de idade por sua mãe que havia conseguido um emprego, 2 anos mais tarde Fish caiu de uma cerejeira e machucou seriamente sua cabeça, onde mais tarde viria a causar dores de cabeça e pequenos problemas mentais. Aos 12 anos, Fish começou uma relação com um rapaz que trabalhava em um telégrafo, que o incentivou a beber urina e praticar coprofagia (comer fezes).

Alguns anos mais tarde em 1898, sua mãe arranjou-lhe um casamento com uma menina nove anos mais nova, e tiveram seis filhos. Passado um tempo, eles se mudaram para Nova York, Fish começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais, em Nova York Fish começou a estrupar crianças e participar de “atividades bizarras”.

Fish começou a trabalhar como pintor e assim continuava a moslestar rapazes, onde a maioria possuia 6 anos.

Fish ficou fascinado com a bissetriz de um pênis, quando ele visitou um museu de cera, com um de seus amantes, pouco tempo depois ele ficou com interesses por castração. Em uma relação com um homen retardado, Fish tentou castrá-lo, mais o homen se assustou e fugiu.

Fish começou a intensificar as suas idas a bordéis, onde ele podia ser chicoteado e agredido. Em 1903 Fish foi preso por desfalque, na prisão ele tinha relações sexuais com outros presos.

Raio-x da região pélvica de Fish
Em 1917 su esposa o deixou, logo após um tempo ele começou a ouvir vozes, certa vez Fish enrolou-se em um carpete e disse que estava seguindo instruções do apóstolo João. Fish agora poussia grande nescessidade de masoquismo, ele pegava bolas de algodão, colocava álcool e pegava-lhes fogo no seu ânus, começava a espancar-se a si mesmo com um remo e espetava agulhas no seu corpo, entreu seu reto e escroto, normalmente ele retirava as agulhas, mas ele começou a inserir tão profundamente que não havia mais como retirar as agulhas, raios-x feitos futuramente revelaram 29 agulhas na sua região pélvica.


Aos 55 anos de idade Fish, começou a sofrer de alucinações e ilusões, ele acreditava que Deus lhe ordenava torturar e castrar rapazes pequenos, os médicos afirmavam que Fish sofria de psicose religiosa.
Em 1919, ele apunhalou um menino mentalmente retardado em Georgetown, Washington, ele procurava meninos com doenças mentais ou negros, pois ele achava que não seriam procurados na época. Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via nesse trabalho como uma oportunidade para cometer seus crimes. 


Folhetos do desapareciemento de  Grace
No dia 25 de Maio de 1928, Edward Budd põe um anúncio em um jornal atrás de emprego, Fish 3 dias depois, com 58 anos, visitou a família Budd em Manhattan, ele apresentou-se a família como Frank Howard, um agricultor com o pretexto de contratar Edward, assim Fish conheceu  Grace, irmã de Edward ela tinha 10 anos. Fish prometeu o emprego a Edward e disse que iria mandar buscar em alguns dias. Na sua segunda visita ele aceitou contratar Edward, e convenceu os pais, de Edward  a deixar Grace acompanhá-lo  a uma festa de aniversário naquela tarde, na casa de sua irmã, Grace saiu com Fish e nunca mais voltou.

Em 5 de Setembro de 1930, a policia prendeu Charles Edward Pope por suspeito pelo rapto. Pope foi acusado por sua mulher  e esteve preso durante 108 dias, entre sua prisão e o seu julgamento, a 22 de Dezembro de 1930.

Em Novembro de 1934, uma carta anônima  foi enviada aos pais de Grace Budd,  a senhora Budd não sabia ler, então seu filho leu  a carta;
Querida Mrs. Budd
Em 1894 um amigo meu embarcou no Steamer Tacoma, Capt. John Davis. Eles navegaram de S. Francisco para Hong Kong, China . Quando chegaram lá, ele e dois outros desembarcaram e embriagaram-se. Quando eles voltaram o barco tinha ido. Na altura houve fome na China. A carne de qualquer espécie foi de $1-3 por libra. O sofrimento era tão grande entre os pobres que as crianças com menos de 12 anos eram vendidas para comida, para impedir outros morrerem de fome. Meninos e meninas com menos de 14 anos não estavam seguros na rua. Você pode entrar em qualquer loja e pedir bifes. A parte do corpo nu de um menino ou menina era mostrada e eles tiravam apenas que você queria. As partes de trás de um menino ou menina é a parte mais doce do corpo e é vendido como costeleta de carne de vitela pelo preço mais alto. John ficou lá tanto tempo, que adquiriu gosto pela carne humana. No seu regresso a Nova Iork ele roubou dois meninos, de 7 e 11. Levou-os para casa, depiu-os e atou-os num armário. Depois queimou tudo o que eles tinham. Várias vezes durante o dia e noite ele batia-lhes – torturava-os – para fazer a sua carne mais tenra. Primeiro ele matou o menino de 11 anos, porque ele tinha o rabo mais gordo e naturalmente a maior parte de carne dele. Todas as partes do seu corpo foram cozinhadas e comidas excepto a cabeça – ossos e tripas. Ele foi assado no forno (todo do seu rebo), fervido, grelhado, frito e guisado. O menino mais pequeno foi seguinte, da mesma maneira. Na altura eu vivia em 409 E 100 St, perto deles. Ele dizia-me frequentemente que a carne humana era boa, e eu decidi provar. Num domingo, dia 3 de Junho de 1928, fui chamado por si a at 406 W 15 St. Levei um pote de queijo com morangos. Lanchámos. A Grace sentou-se no meu colo e beijou-me. Decidi-me a comê-la. Sob o pretexto de a levar a uma festa. Tu disseste que sim, que ela podia ir. Eu levei-a para uma casa vazia em Westchester, que já tinha escolhido. Quando chegámos lá, mandei-a ficar fora. Ela apanhou flores silvestres. Eu fui lá para cima e despi toda a minha roupa. Eu sabia que se não o fizesse ficaria com o seu sangue. Quando ficou tudo pronto, fui à janela e chamei-a. Então escondi-me num armário até que ela chegasse ao quarto. Quando ela me viu nu começou a chorar e tentou descer as escadas. Agarrei-a e ela disse que iria contar à mãe. Primeiro despi-a. Como ela lutava – mordia e arranhava. Abafei-a até à morte, depois cortei-a em pequenas partes. Cozinhei e comi. Como era doce e tenro o seu pequeno rabo. Levou-me nove dias para comer todo o corpo. Não a forniquei. Ela morreu virgem.

Fish era um mentiroso compulsivo, contudo pode ser falso. Ele disse à polícia, que “nunca entrou na sua cabeça” violar a menina.
A carta foi enviada num envelope com um pequeno emblema em forma de hexágono com as letras "N.Y.P.C.B.A." (New York Private Chauffeur's Benevolent Association). Um zelador da companhia disse à polícia que ele tinha levado alguns artigos de papelaria para casa, mas tinha deixado-os em sua casa no 200 East 52nd Street, quando se mudou. A dona da casa disse Fish tinha deixado o quarto uns dias antes e que o filho de Fish lhe tinha enviado dinheiro e Fish pediu-lhe que guardasse o quarto.
O detective William F. King, esperou pelo regresso de Fish. Mais tarde detiveram Fish, que aceitou ir à sede do interrogatório prestar declarações, mas quando passou a porta investiu sobre King, com uma navalha em cada mão. King conseguiu desarmá-lo e levou-o para a esquadra. Fish não negou o homícidio de Grace Budd, dizendo que foi até à casa do Budd para matar Edward e não Grace.

Após sua prisão foram feitas algumas descobertas, em 11 de Fevereiro de 1927 Billy Gaffney brincava no corredor de fora do seu apartamento com o seu amigo Billy Beaton. Ambos desapareceram, mas o amigo foi encontrado no telhado do apartamento. Quando perguntaram a Beaton o que tinha acontecido a Gaffney, ele respondeu que o papão o tinha levado. Inicialmente Peter Kudzinowski foi apontado como suspeito da morte do menino. Mas, Joseph Meehan viu a foto de Fish no jornal e identificou-o como o homem que viu a 11de fevereiro tentanto acalmar um rapaz que transportava dentro de um carrinho de compras. O rapaz não queria vestir o casaco e estava a chorar pela mãe. O rapaz foi então arrastado para fora do carrinho. A polícia afirma que a descrição do rapaz corresponde a Billy Gaffney, cujo corpo nunca foi encontrado.
A mãe de Billy visitou Fish na prisão para tentar saber mais detalhes, ao que Fish respondeu “Eu levei-o para Riker Ave. Uma lixeira. Havia uma casa sozinha, não muito longe dali. Eu levei o corpo para aí. Tirei-lhe a roupa, amarreu-lhe os pés e mãos. Queimei-lhe as roupas e atirei os seus sapatos para a lixeira. Voltei e pus o carrinho na 59 St. No dia seguinte levei ferramentas…

O julgamento do homicídio de Grace Budd começou em 11 de março de 1935, em Nova York, o julgamento demorou dez dias. Fish alegou insanidade e declarou ouvir vozes de Deus, que lhe diziam para matar crianças. Vários testes psiquiátricos fora feitos e apontaram em Fish os fetiches sexuais, bem como urofilia, coprofilia, pedofilia e masoquismo.
Um psiquiatra testemunhou a insanidade de Fish, mas o testemunho de Mary Nicholas, sua filha adotiva de 17 anos alterou esta versão. Mary afirmou que Fish tentava introduzir nos seus filhos e filhas as práticas masoquistas e molestação de crianças. O juiz declarou-o Albert Fish como são e culpado, e condenou-o à pena de morte.

Depois da sentença, Fish confessou o homicídio dee Francis X. McDonnell, de 8 anos, morto em Staten Island. No dia 15 de Julho de 1924, Francis brincava em frente de sua casa. A mãe de Francis viu um velho passar, abrindo e fechando os punhos. Mais tarde, o velho foi visto novamente a observar Francis e os amigos a brincar. O corpo de Francis foi encontrado num bosque, onde um vizinho tinha visto Francis e o velho passarem. Francis foi assaltado e estrangulado com os seus suspensórios.


Fish foi executado em 16 de Janeiro de 1936, na cadeira elétrica.



Fontes:Wikipédia
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