Fenômenos estranhos Parte 1

Eae galera, vamos começar a partir de hoje  colocar casos e fenômenos estranhos retirados de "O Livro dos Fenômenos estranhos", de Charles Berlitz.

Segundo o livro, todos os casos aqui descritos são reais!!


Voltei para Buscar Meu Cachorro

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Joe Benson, de Wendover, Utah, era um líder espiritual dos índios Goshute. Seu
companheiro constante era um magnífico cão pastor alemão, que ele chamava de Sky.

À medida que Benson envelhecia e sua visão ia ficando mais fraca, Sky orientava seus passos e o mantinha livre de perigos. A saúde de Benson continuou a definhar, até que um dia, em fins de 1962, o líder indígena disse a sua mulher Mable que estava prestes a morrer. Ela avisou os parentes e, pouco depois, eles e os filhos estavam junto à cama de Benson. Mas, como aquelas pessoas já não seguiam mais as tradições indígenas, insistiram para que ele fosse levado ao hospital da cidade de Owyhee, Nevada, nas proximidades. Ignorando os protestos do doente e os latidos roucos de Sky, eles levaram-no dali.

Benson ficou no hospital por pouco tempo. Quando os médicos viram que não havia nada a ser feito, mandaram-no de volta para casa, onde, pouco depois, em janeiro de 1963, ele morreu.

Após as cerimônias fúnebres, vários parentes que participavam do velório
perguntaram se podiam ficar com o cachorro. A sra. Benson, que percebeu em Sky um sofrimento ainda maior do que o seu, achou isso errado e decidiu ficar com o animal.

Dez dias mais tarde, a sra. Benson olhou pela janela e viu alguém que se
aproximava da casa. Ela acendeu o fogão e preparou um pouco de café fresco.
Quando levantou os olhos, viu junto à porta alguém que ela reconheceu de imediato: seu falecido marido.

Coerente com as antigas tradições dos índios Goshute, ela disse, com toda calma, que ele estava morto e que não tinha mais nada que fazer neste mundo. Joe Benson assentiu e declarou:

- Já vou embora. Voltei por causa de meu cachorro.

Ele assoviou e Sky, balançando vigorosamente a cauda, entrou correndo na cozinha.

- Quero a correia dele - exclamou Benson.

Sua mulher tirou-a de um gancho na parede e entregou-a ao falecido, tomando o cuidado de não tocá-lo. Benson colocou a correia na coleira de Sky e saiu pela
porta, descendo os degraus e seguindo pela trilha que serpenteava a colina.

Depois de hesitar por alguns momentos, a sra. Benson saiu correndo de casa em direção ao outro lado do morro. Não conseguiu ver Joe nem o cachorro em lugar algum.

Acontece que Arvilla Benson Urban, filha de Joe e Mable, que morava na casa ao lado, testemunhou essa estranha visita e chegou a prestar um depoimento
juramentado.

Ela confessou:

- Vi meu pai entrar na casa e, alguns minutos depois, sair com o cachorro preso na correia. Minha mãe saiu atrás dele e eu, depois que pude voltar a pensar
coerentemente, fui atrás dela. Quando cheguei ao alto da colina, meu pai e o
cachorro tinham desaparecido.

Durante os dias que se seguiram, os jovens da família procuraram o cachorro sem encontrá-lo. Parecia que Sky desaparecera, com seu amado dono, em um outro mundo.

O Fantasma Vingativo
A estranha história começou no dia 21 de fevereiro de 1977, quando o corpo de
Teresita Basa foi encontrado pela polícia. A mulher, de 48 anos, estava caída no
chão de seu luxuoso apartamento de Chicago. Fora apunhalada até a morte, tendo o corpo parcialmente queimado.

Como muitos outros imigrantes cheios de esperança, Teresita Basa chegara aos
EUA vindo das Filipinas, em busca de emprego e de uma vida melhor. Trabalhava como terapeuta especializada em doenças respiratórias no Edgewater Hospital, e a polícia não conseguiu encontrar pistas que levassem à solução do crime. A impressão inicial dos policiais foi de que talvez ela tivesse sido assassinada por um namorado. A verdadeira solução do caso, no entanto, viria do fantasma da própria Teresita.

O dr. José Chua e sua mulher também trabalhavam no Edgewater Hospital, embora não tivessem conhecido Teresita intimamente. Mas uma noite, quando já estavam em casa, em Skokie, pequena cidade nos arredores de Chicago, a sra. Chua inesperadamente entrou em um estranho tipo de transe. Ela levantou-se e caminhou em direção ao banheiro, onde se deitou. Em seguida, uma voz estranha, falando em dialeto filipino, saiu de sua boca: Meu nome é Teresita Basa.

Depois que aquela estranha voz acusou um assistente hospitalar de ser o assassino, a sra. Chua despertou do transe. Contudo, sofreu outros transes
mediúnicos similares durante os dias seguintes, declarando, sempre com a voz da mulher assassinada, que o assistente, um jovem negro chamado Allen Showery, roubara-lhe as jóias e dera seu colar de pérolas à amante.

O dr. Chua, aterrorizado com as declarações da esposa, viu-se sem outra alternativa a não ser entrar em contato com a polícia local. Telefonou para Joseph Stachula e Lee Epplen, veteranos investigadores.

Os policiais, naturalmente, não acreditaram na história do dr. Chua, porém, na falta de outras pistas para solucionar o caso, decidiram agir. Interrogaram
minuciosamente o dr. José Chua e sua mulher sobre as declarações da falecida
Teresita Basa. Perguntaram especificamente ao casal se Teresita dissera que fora estuprada antes de ser assassinada. Na verdade, a falecida não fora estuprada, e os investigadores fizeram essa pergunta apenas para ver se o casal cairia na pista falsa. No entanto, os dois não morderam a isca. Os investigadores também ficaram impressionados com a quantidade de detalhes que o casal parecia saber sobre o assassinato.

- Até os dias de hoje - escreveu posteriormente o policial Stachula -, ainda não tenho certeza se acredito na maneira por que as informações foram obtidas. Não obstante, tudo correspondia à verdade.

Trabalhando a partir dessas pistas, a polícia de Evanston deu uma busca no
apartamento de Allen Showery e descobriu as jóias de Teresita. Os policiais
chegaram mesmo a encontrar o colar de pérolas com a amante do assassino. Ao ser confrontado com as provas, Showery confessou o assassinato e foi condenado pelo crime. O caso foi oficialmente encerrado em agosto, aparentemente solucionado pelo fantasma de Teresita.


Uma Bala Lenta e Certeira
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Henry Ziegland, de Honey Grove, Texas, abusou sexualmente de sua namorada
num dia de 1893. O irmão da moça cumpriu seu dever "de honra" e atirou contra ele.

No entanto, Ziegland foi apenas levemente ferido pela bala, que lhe deixou uma
pequena cicatriz no rosto, antes de se alojar no tronco da árvore diante da qual ele estava. O irmão da moça, dando-se por vingado, deu fim à própria vida com a mesma arma.

Vinte anos depois, em 1913, Ziegland decidiu remover tal árvore. Incapaz de fazê-lo manualmente, resolveu usar dinamite. Na explosão, a bala disparada contra Ziegland desprendeu-se com tanta força da árvore que lhe atingiu violentamente a cabeça, matando-o, afinal.


Uma Premonição Especial

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Os desastres são, muitas vezes, precedidos por visões, sonhos, ou pesadelos que vaticinam o evento. Muitas dessas premonições acontecem durante o sono, porém a incrível visão da sra. Lesley Brennan ocorreu na Inglaterra, quando ela estava desperta, e veio pela televisão.

Na manhã do sábado, 12 de junho de 1974, o filme a que ela assistia pela televisão foi interrompido por um boletim especial, anunciando que uma explosão destruíra a Flixborough Nypro, indústria química próxima de sua casa e que produzia materiais usados na fabricação de náilon. Informava ainda o boletim que várias pessoas haviam morrido. Por volta do meio-dia daquele mesmo sábado, duas amigas foram visitá-la, e ela perguntou se haviam ouvido falar sobre o acidente. 

Elas não sabiam de nada.

Ambas nem sequer haviam tomado conhecimento. Na verdade, a explosão ocorreu realmente às 16h53. O número de mortos chegou a 28, com muitos feridos. Quando ouviram a notícia pela televisão, as três mulheres a princípio pensaram que os comentaristas estivessem dando os detalhes de forma incorreta. Mas o jornal do dia seguinte indicou o verdadeiro momento da explosão.

Lesley Brennan não tinha explicação para o que sucedera. Talvez tenha caído no
sono e sonhado com a transmissão jornalística. Independentemente do que possa ter havido, o fato é que ela contara a história do evento a duas amigas quase cinco horas antes de ele realmente ocorrer.


A Incendiária


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Nada é mais aterrorizante do que um incêndio no meio de agitação, especialmente quando - segundo o romance A Incendiária, de Stephen King - o piromaníaco espreita subconscientemente para conferir os resultados. Esse foi o problema enfrentando pela família Willey em sua fazenda de Macomb, Illinois, em 1948. O sr. Willey cuidava da fazenda com o cunhado e dois filhos. Quem tomava conta da casa era sua sobrinha Wanet. Nada parecia fora do comum por ali, até que curiosas manchas marrons começaram a aparecer no papel de parede da casa. Essas manchas ficavam incrivelmente quentes, muitas vezes chegando a 230 graus centígrados antes de se transformar em chamas. Os focos de incêndio eram tão constantes que os vizinhos dos Willey permaneciam dentro da casa com baldes cheios de água, à espera de debelar cada chama assim que fosse iniciada. Vários desses princípios de incêndio aconteciam todos os dias. Ninguém conseguia identificar a causa, nem mesmo o corpo de bombeiros local.

- A coisa toda é tão incrível e tão fantástica que quase chego a sentir vergonha de falar sobre o assunto - admitiu aos repórteres Fred Wilson, chefe dos bombeiros.

Com o passar dos dias, os focos de fogo iam ficando mais freqüentes e bizarros. Em pouco tempo eles começaram a surgir na varanda, nas cortinas e em outros lugares na casa. E aí começaram a surgir as mais disparatadas explicações.
Representantes de uma base aérea das proximidades acharam que ondas de rádio de alta freqüência estariam provocando o problema, enquanto os bombeiros sugeriram que estava se formando um depósito de gás combustível nas paredes da casa. A despeito dessas explicações bastante lógicas, não surgia nenhuma resposta prática para o problema dos Willey.

Finalmente, depois de observar os focos de incêndio durante alguns dias, o corpo de bombeiros extraiu uma confissão da pequena Wanet. Ela iniciara os incêndios, informou o porta-voz do quartel dos bombeiros aos repórteres, riscando fósforos quando ninguém estava olhando.

Ninguém acreditou nessa explicação. A melhor avaliação veio de Vincent Gaddis,
que estudou o caso em 1962. Em seu livro Mysterious Lights and Fires (Misteriosas Luzes e Fogos), afirmou que a pequena Wanet deveria ter uma "incrível persistência, um ilimitado estoque de fósforos, e parentes e vizinhos
excepcionalmente míopes". Em outras palavras, assim como a heroína de A
Incendiaria, ele sugeriu que ela poderia ter provocado 08 inícios de incêndio através de meios paranormais, de uma maneira muito além da compreensão do corpo de bombeiros local.

Ps: Desculpem a má formatação do texto, mas é que meu mouse ta com o maldito problema do duplo clique e nada que eu fiz resolveu... Vou comprar outro XD!
Ps2: Fonte já citada no inicio da postagem!
Ps3: Em breve a segunda parte da postagem...

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About Victor Ramide

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3 Comentários:

  1. Muito tenso, ótimo blog ! Postagem incrível.

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  2. filho de uma quenga e pau no cu seu frango filho de uma descabasada seu viado eu comi tua mae pau no cu frango a chei seu texto de pokemon ridiculo va toma no olho do seu cu si tu escrve sobre naruto eu vo cume teu cu e da tua mae seu porra arrombado teu pai e uma bixa seua puta arrombada

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  3. honestamente... se não consegue fazer um comentário decente, não faça. Você é um grande bossal e ridículo. O texto não foi feito especialmente à vc,viadinho recolhido....
    Vai estudar ao invés de perder seu tempo falando palavrão na net!

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