4 experimentos antiéticos feito em nome da ciência

 Todos nós sabemos que desde os primórdios da humanidade o ser humano quer entrar na mente de outra pessoa e ver o que ela está pensando. Se você não sente essa vontade, você provavelmente nunca seria um psicólogo e, portanto, está correndo grande risco de ser vítima de um experimento feito pelos cientistas do governo/louco. E para que você possa se preparar aqui está uma lista de experimentos que poderiam ser feitos em você:


1. Experimento com crianças em acampamento de verão

robbers cave
Humm... Esse parece ser um ótimo local para se conduzir um experimento traumatizante.

Graças a alguns sites que publicam listas interessantes, fiquei sabendo sobre o experimento da Prisão de Stanford. Se você perguntar a qualquer pessoa sobre este experimento ela vai dizer que este foi um estudo horrível onde estudantes universitários foram colocados em grupos rivais a fim de reproduzir as condições dentro de uma prisão. Este experimento foi tão fod* que teve que ser interrompido semanas antes do prazo. O que poucas pessoas sabem é que o mesmo experimento foi feito com crianças de 11-12 anos que nem sabiam que eles estavam em um experimento, e foi feito TRÊS VEZES!

Um grupo de cientistas liderado por Carolyn Wood Sherif reuniu vários meninos de 11 e 12 anos e os levou a um acampamento de verão, sem dizer a ninguém que era na verdade um experimento. Os cientistas os dividiu em dois grupos, certificando-se de que não havia qualquer tipo de amizades entre eles. Os cientistas incentivaram os meninos a chamar pelo nome uns  aos outros e a fazer brincadeiras com os do outro grupo. Mas não se preocupe, eles também haviam planejado algumas atividades em grupo no final de todo o experimento, como cortar o abastecimento de água e mandar as crianças tentar evitar a sede.


No primeiro e segundo experimento os meninos se rebelaram contra os pesquisadores, provavelmente percebendo que os cientistas eram malucos. É claro que esses dois experimentos não foram publicados originalmente; Sherif só divulgou os resultados do terceiro teste, onde os meninos aparentemente resolvia seus conflitos no fim do acampamento. Isso levou os cientistas a declarar esta era uma experiência de sucesso na resolução de conflitos, embora o estudo não tenha monitorado os meninos durante longos períodos de tempo para ver se um verão passado em um acampamento onde eles estavam constantemente sendo insultados fez algum tipo dano psicológico.



2. Estudo Monstro

monster study
Não se preocupe, ele é apenas um cientista apontando todas as falhas da criança a fim de gerar um trauma a longo prazo.

O último estudo pode ter deixado você com um pouco de esperança de que talvez os cientistas não faça essas experiências más. Se esse for o teu caso, por favor, considere o caso do "estudo monstro". Esta é uma experiência que lhe diz desde o título que vai ser doloroso de ler.

A única finalidade do experimento era destruir a auto-confiança de 11 crianças na esperança de que os psicólogos pudessem descobrir a causa da gagueira. Mesmo que o experimento tenha sido bem sucedido, eles não teriam ganho nada além do que o conhecimento abstrato, ninguém está interessado em fazer mais pessoas gaguejarem. Mas, por alguma razão o professor Iowa Wendell Johnson se propôs a fazer um discurso sobre o caso.

Ele escolheu os órfãos, porque nenhum pai iria voluntariamente submeter seus filhos a este tipo de experimento, e ao longo de seis meses sendo menosprezados em tudo que eles faziam. Ele fazia questão de salientar toda e qualquer imperfeição minúscula na pronúncia e cada pequeno erro de ortografia, tudo para que ele pudesse provar a sua teoria de que a gagueira era um comportamento aprendido.

Nenhuma das crianças adiquiriram gagueira, mas vários deles ficaram traumatizados pelo resto da vida. Os problemas mais comuns entre as 11 crianças que participaram do estudo foram depressão e perda da auto-estima. Mas pelo menos, a universidade enviou uma carta a todos com um pedido de desculpas, anos depois eles foram processados por permitir este estudo.

3. Pequeno Albert

little albert
Agora ele tem medo até do Papai Noel

Claro que o exemplo anterior não é o único caso em que cientistas foram completamente insensíves com as crianças. John B. Watson queria provar que você poderia deixar uma criança em uma condição irracional de medo. Por que exatamente isso precisava ser provado eu não sei, mas aparentemente ela foi vital para o avanço da ciência.


A fim de realizar a tarefa de assustar uma criança, Watson pegou um bebê 11 meses de idade e mostrou-lhe um rato, um coelho e diversas outras coisas indistintas. Sempre que o pequeno Albert tentava brincar com os objetos, ele era submetido a um barulho. Isso se repetiu inúmeras vezes até que Albert ficou com medo de qualquer coisa que era branca e difusa, incluindo cobertores e barbas. Exatamente como você está pensando Albert ficou com medo de Papai Noel e homens velhos durante toda a duração do experimento.


Depois que o bebê estava com medo do mundo à sua volta, Watson o devolveu aos pais. Ele não tentou reverter os resultados do condicionamento ou monitorar como a criança cresceu. Ninguém sabe o que aconteceu com o pequeno Albert, existem várias teorias que dizem que ele acabou cometendo suicídio. Mas provavelmente isso é um exagero, uma coisa é certa: essa criança nunca curtiu um natal na sua vida.


4. MK-Ultra


mk ultra


Afastando-se dos cientistas que odiavam crianças, temos a CIA e as suas famosas experiências com drogas durante os anos 50 e 60. Este período foi marcado por uma grande paranóia dos americanos, de espiões soviéticos infiltrados na sociedade americana. Portanto, para proteger os Estados Unidos, a CIA decidiu testar o LSD em um grupo de cidadãos inocentes.


Se a frase acima não fizer sentido pra você, Parabéns, você é mais lógico que a CIA.


A primeira etapa da sua agenda de testes estava em injetar várias substâncias seus próprios agentes, com a mescalina, ácido e LSD, a fim de ver se eles iriam revelar informações secretas. Pense nisso como torturar seus próprios homens para ver se eles iriam ceder sob pressão.


Uma vez que os dados foram coletados nesta fase do experimento, a CIA passou a testar drogas na população em geral. Eles fizeram isso através de boates, pagando mulheres para colocar drogas nas bebidas dos homens. Eles foram tão longe que até bordéis eles usaram como um campo de testes para vários fármacos, uma vez que sabiam que os clientes do sexo masculino teriam vergonha de relatar o que aconteceu.


Infelizmente a maioria dos documentos sobre estes experimentos foram destruídos nos anos 70, portanto, não há provas concretas para que a CIA pudesse ser processada.


Fonte: WeirdWorm
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About Victor Ramide

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4 Comentários:

  1. Me fez lembrar daqueles experimentos Nazista, tenso DEMAIS

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  2. Há poxa... Eu até que achei os experimentos tranquilos.
    Eu pensei que seria algo tipo: "experimento para cura de tal doença... e blá blá blá...".
    Considerando que na maioria dos casos, sempre rola amputações, extrassões e derivados.

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  3. Isso ta MUITO mal escrito hein... Minha amiga, língua portuguesa, mandou lembranças ao autor do artigo

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  4. Está tão mal escrito que o texto está sem sentido, sem nexo.
    Também é exagerado demais. Não achei nada
    monstruoso,sanguinário ou assutador.

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